

R.I
REGULAMENTO INTERNO
No que cremos
NOSSA DECLARAÇÃO DE FÉ
Tudo aquilo que a Igreja Apostólica Boas Novas prega e acredita está definido em sua declaração de fé. O texto dessa declaração é uma forma de se compreender a visão que norteia a igreja e seus membros.
Em um mundo em transformações que frequentemente modifica suas premissas e valores, os princípios absolutos da Bíblia Sagrada permanecem inabaláveis, evidenciando o propósito divino para a humanidade. Temos a Bíblia como a revelação de Deus, dada a santos homens por inspiração do Espírito Santo e a reconhecemos como autoridade única e infalível quanto a fé e conduta. Dessa divisa deriva nosso “CREDO” que consta de 27 pontos principais de fé e prática cotidiana de nossa igreja.
1. AS SAGRADAS ESCRITURAS
Cremos na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17);
2. A DIVINDADE ETERNADE DEUS
Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1; 2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
3. O SENHOR JESUS CRISTO
Cremos no Senhor Jesus Cristo como o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16- 18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);
4. O ESPIRITO SANTO
Cremos no Espírito Santo como sendo a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial com o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2 Co 13.13; 2 Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2 Pe 1.21 e Jo 16.13);
5. A QUEDA DO HOMEM
Cremos na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);
6. O NOVO NASCIMENTO
Cremos na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);
7. O PLANO DA REDENÇÃO
Cremos no perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);
8. A IGREJA COMO CORPO
Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1 Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);
9. O BATISMO NAS ÁGUAS
No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
10. SANTA CEIA
Cremos na comemoração e na observância da ceia do Senhor pela qual o cristão recebe o pão simbolizando Jesus Cristo, cujo corpo foi partido por nós e o vinho, a lembrar do sangue derramado pelo Salvador na cruz do calvário a fim de compartilhar constantemente da vida e do triunfo de Cristo sobre a cruz (1Coríntios, 11:24-26).
11. A SANTIFICAÇÃO
Cremos na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14; 1 Pe 1.15);
12. O BATISMO NO ESPIRITO SANTO
Cremos no batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade, mas também entendemos que o falar em línguas não é necessariamente a única evidência do batismo no Espírito Santo, mas também a prática do fruto do Espírito na vida diária no salvo. (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7);
13. OS DONS ESPIRITUAIS
Cremos na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade para o que for útil (1 Co 12.1-12);
14. O RETORNO DE CRISTO
Cremos na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4.16, 17; 1 Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 1.14);
15. O TRIBUNAL DE CRISTO
Cremos no comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2 Co 5.10);
16. O JUÍZO FINAL
Cremos no Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos (Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4).
17. O CÉU
Cremos que o céu é a habitação indescritivelmente gloriosa do Deus vivo e o lar eterno dos cristãos renascidos. Lugar onde contemplarão, para sempre a face maravilhosa, do Senhor em um reino eterno onde não há trevas, nem há necessidade de luz, nem tristezas, nem lágrimas, nem dor, nem morte (João, 14:2; Apocalipse, 7:15-17).
18. O INFERNO
Cremos que o inferno é um lugar de trevas e da mais profunda tristeza, onde o fogo não se apaga; um lugar preparado não originalmente para o homem, mas para o diabo e seus anjos. Lugar que separará o eterno Deus de todo aquele que rejeita a misericórdia, o amor e o sacrifício de Jesus, o Salvador crucificado (Mateus, 13:41,42; Apocalipse, 10:10,15). E cremos que o castigo no inferno não será proporcional ou temporário, mas por toda a eternidade.
19. O CASAMENTO
Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo de criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).
20. APRESENTAÇÃO DE CRIANÇAS
Cremos na necessidade de os pais por meio de um ato de compromisso com a educação cristã de seus filhos dedicarem-nos ao Senhor. Assim como o próprio Senhor Jesus fora apresentado no templo, é tradição da Igreja Quadrangular apresentar suas crianças em um ato de consagração a Deus (Lc 2:22,23; I Sm 1:24 e 28).
21. VIDA CRISTÃ DIÁRIA
Cremos que, tendo sido purificados pelo precioso sangue de Jesus Cristo é da vontade de Deus que cresçamos em santificação e nos tornemos participantes de sua Santidade, crescendo constantemente, cada vez mais fortes na fé, poder, oração, amor e no serviço (2 Coríntios, 7:1).
22. A VIDA CHEIA DO ESPÍRITO SANTO
Cremos que, sendo o Espírito Santo o próprio Deus, se manifesta de maneiras diversas e que a sua vontade é que vivamos e andemos no Espírito; constantemente servindo ao Senhor e vivendo uma vida de oração, paciência, amor, verdade, sinceridade e sem murmurações (Efésios, 4:30-32; Gálatas, 5:16,25).
23. MODERAÇÃO
Cremos que a moderação do crente deve ser notória a todos os homens que sua experiência e proceder diários jamais o levem a fanatismos extremos e que suas vidas tenham como modelo a vida de Cristo em retidão, equilíbrio, humildade e em sacrifício próprio (Colossenses, 3:12,13; Filipenses, 4:5).
24. RELAÇÕES PARA COM A IGREJA
Cremos que, tendo aceitado ao Senhor Jesus como Salvador e Rei, tornar-se parte de uma congregação de cristãos é um dever sagrado, por meio do qual é possível adorar a Deus em unidade e comunhão, observar as ordens de Cristo, apoiar uns aos outros, colaborar com a salvação de outros e trabalhar para promover o avanço do reino de Deus juntos, como filhos diletos que, embora muitos, são um só corpo do qual Cristo é a cabeça (Atos, 16:5; Hebreus, 10:24).
25. GOVERNO
Cremos que as autoridades civis na terra são instituídas pela vontade de Deus para a promoção da ordem e dos interesses da sociedade civil. Devemos orar pelos nossos governantes e administradores, devendo a eles obediência e apoio exceto, somente, naquilo que, eventualmente, contrariar os preceitos de Deus descritos na Bíblia Sagrada (Atos, 4:18-20; Romanos, 13:1-5).
26. EVANGELISMO E DISCIPULADO
Cremos que o “ganhar almas” é o grande alvo da Igreja na terra e, que, portanto, toda opressão ou obstáculo que vise a extinguir a chama ou prejudicar a eficiência na propagação mundial do evangelho, deve ser eliminada e não admitida (Tiago, 5:20; Marcos, 16:15). Tanto o “ide” quanto o “fazei discípulos” são imperativos do nosso Senhor Jesus Cristo para todo aquele que se torna seu discípulo. Mateus 28:19.
27. DÍZIMOS E OFERTAS
Cremos que os dízimos e as ofertas são ordens de Deus para prover quanto às necessidades materiais e financeiras da Sua Igreja, promover a propagação do evangelho e liberação de bênçãos específicas (Malaquias, 3:10; 1 Coríntios, 16:1,2).